WhatsApp API: como ficou o custo da Meta em 2025 e o que vem até 2026
WhatsApp API: como ficou o custo da Meta em 2025 e o que vem até 2026

? Novidade no WhatsApp API: Meta prepara tarifas em mais moedas até 2026 — e o que isso pode significar para o Brasil

A Meta anunciou que, a partir de 2026, o WhatsApp Business Platform passará a ter tarifas em 10 novas moedas, chegando a um total de 16 moedas até o fim de 2026.

Na prática, isso aponta para um movimento de cobrança mais regionalizada e menos dependente apenas do dólar, o que abre espaço para que mercados como o Brasil possam, no futuro, ter preços mais alinhados à moeda e à realidade local.

Embora a Meta ainda não tenha divulgado oficialmente quais serão todas as novas moedas, o recado é claro:

  • a estratégia de preços do WhatsApp API está ficando mais local, transparente e segmentada por mercado + categoria de mensagem.

? O que a Meta já confirmou

Na documentação oficial do WhatsApp Business Platform, a Meta informa que:


  • a cobrança passou a ser por mensagem entregue (per-message) para templates, em vez do antigo modelo por janela de conversa;
  • as tarifas variam por país/região + categoria de mensagem (marketing, utility, authentication, service);
  • em 2026, serão adicionadas 10 novas moedas, chegando a 16 moedas suportadas para preços de mensagens e chamadas.


Ou seja: o pricing está ficando mais granular e mais adaptado ao contexto de cada mercado.

? WhatsApp API: como ficou o custo da Meta em 2025 e o que mudou nos templates

Antes da expansão de moedas em 2026, a Meta já fez uma mudança grande em 2025:


  • em 1º de julho de 2025, o WhatsApp Business Platform deixou de cobrar por conversa (janela de 24h) e passou a cobrar por mensagem/template entregue.


Na prática, isso significa:


  • cada template enviado e entregue (marketing, utility ou authentication) passa a gerar uma cobrança unitária;
  • o valor depende da categoria do template e do país do destinatário;
  • a lógica de custo fica mais transparente: você consegue saber quanto paga por mensagem enviada, não apenas por janela de conversa.


Além disso, houve mudanças importantes nas regras dos templates:


  • as categorias de template foram consolidadas em marketing, utility e authentication, enquanto conversas de service passaram a ser tratadas como mensagens dentro da janela de atendimento (customer service window);
  • service conversations (atendimento iniciado pelo usuário) ficaram isentas de cobrança em muitos cenários, e utility templates enviados dentro da janela de 24h passaram a ter condições especiais ou isenção, incentivando o uso do canal para suporte e não apenas marketing.


Em resumo:


2025 marcou a virada para um modelo de cobrança por mensagem/template, com regras mais claras por categoria.


2026 tende a complementar esse movimento com preços mais “próximos” da realidade de cada país, graças à expansão de moedas suportadas.

E o Brasil nisso tudo?

Hoje, a página de preços do WhatsApp Business já permite selecionar Brasil como mercado para consultar tarifas, mas ainda com a estrutura de moedas globais definida pela Meta (como USD e outras principais).


Com a entrada de 10 novas moedas até o fim de 2026, o cenário mais provável é:


  • maior previsibilidade para empresas brasileiras que utilizam WhatsApp API em volume;
  • menor exposição direta à variação do dólar, caso a moeda local seja incluída na lista de pricing;
  • mais clareza para comparar o custo do WhatsApp com outros canais (SMS, e-mail, push, RCS etc.).


Importante reforço:


  • até agora, a Meta não publicou a lista completa das novas moedas, nem confirmou oficialmente BRL como uma delas — o que existe é o compromisso público de ampliar o número de moedas suportadas e tornar o pricing mais local.

? O que isso significa para quem usa Chatlabs

Para empresas que já operam WhatsApp API com a Chatlabs, o impacto principal dessas mudanças é:


  • financeiro e estratégico, não técnico;
  • a plataforma continua oferecendo fluxos, IA, múltiplos atendentes, disparos e integrações normalmente;
  • o custo variável (cobrança da Meta) passa a ser:
  • mais granular (por template/mensagem),
  • mais transparente por categoria,
  • e, a partir de 2026, potencialmente mais alinhado à realidade do mercado brasileiro, via novas moedas.


A Chatlabs entra como parceira de interpretação desse cenário: ajuda a configurar templates, categorias, fluxos e campanhas para que cada mensagem enviada gere valor compatível com o custo.


✅ Como se preparar desde já

Mesmo antes da tabela de moedas estar completa em 2026, vale:


  • mapear os templates mais usados (marketing vs utility vs authentication);
  • revisar se há templates redundantes que podem ser unificados;
  • segmentar melhor as bases para evitar disparos para contatos frios;
  • acompanhar relatórios de custo x resultado, combinando dados da Meta com os relatórios da Chatlabs.


Assim, quando a precificação ficar ainda mais local, sua empresa já estará com:


  • estrutura de templates organizada,
  • fluxos ajustados,
  • e estratégia de uso do canal bem desenhada.

? Em resumo

  • 2025: a Meta mudou o modelo de cobrança do WhatsApp Business Platform para per-message / por template entregue, reforçando o papel das categorias de mensagem.
  • 2026: a Meta anunciou que o WhatsApp terá tarifas em 10 novas moedas, chegando a 16 moedas suportadas, com foco em tornar o pricing mais regionalizado.
  • Para empresas brasileiras, isso abre espaço para mais previsibilidade, menos impacto cambial e mais controle do ROI de campanhas e automações no WhatsApp API.

Para quem está com a operação rodando na Chatlabs, o momento ideal é usar 2025 e início de 2026 para:


  • organizar templates,
  • limpar disparos ineficientes,
  • e preparar a casa para um cenário em que cada mensagem e cada moeda contam — literalmente.

? Conclusão

As mudanças de custo do WhatsApp API não são apenas um ajuste de tabela: elas mudam a forma como as empresas precisam pensar o canal.

Cada template, cada disparo e cada fluxo agora tem um peso mais claro no orçamento — e isso é uma oportunidade.

Quem sair na frente:

  • vai entender quais mensagens realmente geram valor,
  • vai usar o WhatsApp de forma mais estratégica e menos “no escuro”,
  • e vai conseguir justificar o investimento no canal com dados concretos.


Com a Chatlabs, sua empresa não precisa acompanhar essas mudanças sozinha. Você tem:


  • uma plataforma preparada para as novas regras da Meta,
  • visão de custo x resultado por campanha,
  • IA e automação para escalar sem desperdiçar mensagens,
  • e um parceiro focado em fazer o WhatsApp API caber na sua estratégia — e no seu orçamento.

? Em resumo: o WhatsApp API é a base oficial da Meta para transformar o WhatsApp em um canal profissional de atendimento, vendas e relacionamento — e a Chatlabs é o lugar certo para colocar isso em prática.

Próximo passo ?

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